segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A cibercultura na contemporaneidade

As novas tecnologias de comunicação e informação surgem no século xx, com a informática. A partir daí ocorre, a falência da centralidade da informação. Os novos media são caracterizados pela interatividade e a descentralização da informação.

A internet é um meio de comunicação bastante distinto dos tradicionais. Ela permite simultaneidade e convergência. Diante de suas páginas, o usuário pode clicar em ícones dos mais diversos, e também manipular as formas midiáticas.

A cibercultura é associada às tecnologias digitais, e está diante de um processo de aceleração. A pós-modernidade é o seu ambiente de desenvolvimento. A convergência entre o social e o tecnológico forma a cibercultura, que é assim, a socialidade como prática da tecnologia.

As novas tecnologias trouxeram uma nova concepção de tempo e espaço. Existe hoje um novo espaço, é o ciberespaço. E o tempo é real. A cultura pós-moderna possui a característica de redução do espaço e do tempo.

Cibercultura

Com o aumento dos processos de comunicaçāo em caráter digital, através da internet, ocorreu o aparecimento de uma nova forma de cultura. É a cibercultura ou a cultura do ciberespaço. A comunicação digital, na qual fazem parte os computadores e os usuários, se refere ao ciberespaço. Este espaço é pleno de informações, onde há interatividade. Permite ao usuário o acesso, a movimentação e o intercambio de informações.

Realidade virtual e informações navegáveis; pode ser definido como ciberespaço. E ele disponibiliza serviços, como: pesquisas na internet, publicidade eletrônica, grupos de discussão e correio eletrônico. Há também, a linguagem do ciberespaço. É a hipermídia, uma face fundamental da cibercultura.

A hipermídia integra textos, imagens, sons, vídeos; armazena informações, onde há um sistema que conecta um link a outro. Na hipermídia existe uma grande quantidade de informação, e a linguagem é interativa, onde o usuário determina qual a informação ele quer ver, a ordem e a duração.

A digitalização permite que a informação hipermídia seja transmitida através da linguagem escrita, visual e sonora; dirigindo-se a diversos sistemas sensoriais que possibilitam a percepção da informação a distancia.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Esporte e Tecnologia

Em um amistoso entre a seleção paulista e carioca, que aconteceu no estádio Anacleto Campanela em São Caetano-SP foram testadas inovações tecnológicas para a arbitragem.
Uma das mais inusitadas foi a discussão de lances polêmicos durante a partida. Cada treinador tinha direito a pedir para revisar dois lances, uma a cada tempo, com o auxilio do replay. A jogada era vista pelos cinco árbitros e por um representante de cada equipe. Após a exibição, em um monitor ao lado do banco de reservas, o colegiado votava se a marcação do juiz deveria ser revista. O processo durava em média cinco minutos.

Além do direito dado aos jogadores de visualizar o replay de um lance polêmico, outras inovações foram testadas na partida entre as seleções paulista e carioca. O árbitro do jogo tinha um cartão azul, além do vermelho e do amarelo. Ele era utilizado para aplicar uma punição mais branda. Quando o jogador recebia essa advertência, ficava dez minutos fora do jogo.

Os técnicos também tinham o direito de fazer quantas substituições desejassem e os jogadores que saiam poderiam voltar em outra troca.

“Como teste foi interessante, mas precisamos ver isso em uma competição, em jogo valendo”, afirmou Sálvio Spinola, árbitro que trabalhou no amistoso. “Acho que existem pontos positivos e os negativos. O principal positivo é a alternativa de legitimar o resultado. Se conseguirmos fazer algo mais ágil, melhor ainda”, completou.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Esfera Digital




O Esfera Digital é um blog acadêmico criado em caráter experimental, na Disciplina de Informática Aplicada a Comunicação, do curso de Comunicação Social/Jornalismo da Universidade Federal do Acre - UFAC. Este blog tem o intuito de elucidar algumas questões relacionados à cibercultura como também promover reflexões e debates sobre o tema.
(Grupo 03 - Isis, Tânia, Jardel, Altair e Jairo)

Já não somos como antes

O desenvolvimento das tecnologias digitais tem aberto um enorme leque de possibilidades. Já não somos como antes. As práticas, atitudes, modos de pensamento e valores estão, cada vez mais, sendo condicionados pelo novo espaço de comunicação que surge da interconexão mundial dos computadores.

A sociedade em que vivemos carrega consigo uma série de novidades ainda não digeridas por pesquisadores, analistas e muito menos pelos cidadãos.
A grande quantidade de informação, aliada às novas tecnologias, está construindo uma nova realidade pós-moderna, transformando e recombinando tudo o que já se viu, especialmente no que diz respeito à Mídia.
Para buscar melhor entendimento deste desafiador cenário, mostra-se de fundamental importância a análise dos fatores que contribuem para a construção desta nova sociedade da informação, também chamada “cibercultura”. Entre os fatores determinantes para esta nova realidade, destacam-se: a “hiper-informação” e o poder individual voltado para o social, conforme analisamos a seguir:

  1. A Era da Hiper-Informação
Vivemos na Era da Informação. Vivemos numa era de bombardeios diários e ininterruptos de todo tipo de informações: jornalísticas, publicitárias, inúteis...
Segundo pesquisa publicada pela Universidade de Berkeley, cada cidadão recebe atualmente cerca de 34 Gigabytes de informação por dia. É evidente que não é possível assimilar todo o conteúdo a que estamos expostos.

Assim como aqueles sujeitos que vivem próximos às linhas de trem e encontram maneiras de se ajustar ao barulho, os cidadãos estão encontrando maneiras de se ajustar ao “barulho midiático’ atual. Como conseqüência, filtros são criados consciente e inconscientemente, fazendo com que apenas aquilo que lhes é relevante seja absorvido; a maior parte é descartada. E-mails, folhetos, outdoors, comerciais de TV e rádio, sites, tudo é filtrado pelo cidadão pós-moderno, com cada vez mais intensidade. Falar com este público é um desafio sem precedentes, considerando que aquilo que sempre funcionou, talvez não funcione mais; ou, no mínimo, não seja tão eficiente como antes.
 
A este imenso turbilhão informativo, soma-se o avanço tecnológico, que permite a disseminação de conteúdos de maneira global e instantânea, como jamais ocorreu na história. Além do acesso à informação, o novo cidadão contemporâneo pode facilmente produzir e compartilhar conteúdo, criando um novo e determinante fator, baseado no poder individual de milhões de novos produtores de informação.

  1. O poder individual e a força social
Até a primeira década dos anos 2000, o poder da mídia esteve concentrado nas mãos de poucos. Donos de emissoras de televisão, de rádio, revistas e jornais eram os detentores do “poder” da comunicação. Eram eles que ditavam as regras; eram eles que pautavam o que deveria ou não ser notícia; eram eles que criavam e destruíam celebridades, hits, modas e tendências. Eram. A internet, especialmente suas ferramentas “2.0’ , abriram as portas da produção de conteúdo para os indivíduos. Está sendo formada uma nova geração que não se satisfaz apenas em receber; ela quer contribuir, colaborar, compartilhar. É a geração que publica vídeos no Youtube, textos no Wikipédia, compartilha seu dia-a-dia no twitter, Orkut e Facebook, além de tantas outras redes sociais.

Hoje, os blogs ocupam espaço lado a lado com os portais das grandes redes como os novos formadores de opinião. Como disse Chris Anderson, hoje as “formigas têm megafones”. E elas têm muito a dizer. Essas formigas querem compartilhar suas experiências, criticar serviços, elogiar empresas, dar opiniões sobre política, esportes e sobre tudo o que é relevante para sua vida.

3. O Mundo Social

Assim, vimos que essas transformações estão impactando os mais variados setores da sociedade, sobretudo os meios de comunicação. A mídia tradicional já está se reinventando para sobreviver neste novo mundo. Novas mídias aparecem para dar vazão a estes anseios do novo cidadão 2.0., que é um consumidor 2.0, eleitor 2.0, indivíduo 2.0.

Essas características contribuem para a constatação que de fato vivemos num mundo novo. Um mundo onde a socialização da informação já é realidade. Seja para cobrir as eleições no Irã, idolatrar o Justin Bieber ou a Lady Gaga ou mesmo pedir para o Galvão calar a boca: agora, a mídia é social. E o poder da mídia agora está nas mãos de milhões de pessoas que, juntas, ditam o que são as novas tendências, ou os “Trending Topics”. Os monopólios da mídia de massa tradicional estão ruindo num mundo cada vez mais social. Estejamos preparados!

Autor: Ney Queiroz de Azevedo, Mestre – PUC/PR. Professor de Mídia, Novas Mídias e Tendências em cursos de MBA e graduação. Diretor Executivo do Grupo Outdoormídia. Palestrante, especialista na área de mídia e novas mídias e Editor do blog www.midiaeconsumo.com.br

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O papel do jornalista no mundo contemporâneo


Após a chegada da televisão as mídias já existentes como, por exemplo, o rádio e o jornal impresso tiveram que reformular o modo de fazer jornalismo. Hodiernamente, foi a internet quem modificou toda essa maneira de comunicar as informações em âmbito global. As informações cresceram vertiginosamente e o jornalista precisa ser multifuncional. As notícias correm aceleradamente obrigando aos profissionais acompanhar essa prova diária.

Através desse acumulo de notícias os jornalistas tem, então, que selecionar as informações mais relevantes, porque certamente não há possibilidade de transmitir todos os fatos. Por meio da internet as pessoas tanto vêem como geram notícia. Assim sendo, o jornalista, atualmente, deve está inserido nas práticas discursivas das novas mídias atuando e dominando-as, já que são elas as quais as pessoas mais se interessam, neste caso o Ciberespaço.